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Rua Bento Gonçalves, 236 - Centro, Camaquã/RS
Tratamentos odontológicos em Camaquã
Veja como funciona cada tratamento realizado na clínica, quem é o profissional responsável e tire suas dúvidas antes da consulta.
Reunimos aqui uma página para cada tratamento, com explicação em linguagem simples sobre o que é o procedimento, as etapas, os cuidados necessários e as perguntas mais comuns de quem chega à clínica.
As informações são educativas e não substituem uma consulta: a indicação de qualquer tratamento depende de avaliação clínica individual.
Remove a placa bacteriana e o tártaro que a escovação em casa não alcança, sobretudo abaixo da margem da gengiva. É o procedimento que previne cárie e gengivite e permite flagrar alterações cedo, enquanto ainda são simples de tratar.
Atendimento para dor intensa, dente quebrado, trauma, inchaço e restauração que soltou, com encaixe na agenda. Em casos de dente avulsionado, os primeiros minutos são decisivos para a chance de reimplante.
Acompanhamento desde os primeiros dentes, com foco em prevenção, orientação de higiene e criação de uma relação tranquila com o consultório. A clínica tem espaço kids na recepção.
Placa miorrelaxante sob medida para proteger os dentes do apertamento e do ranger, e aliviar a tensão muscular. A placa protege, mas não elimina o hábito: o tratamento costuma envolver também o que está por trás dele.
Laser de baixa potência usado como apoio no controle da dor, na cicatrização e no tratamento de aftas, herpes e sensibilidade. Não substitui o tratamento da causa, atua junto com ele.
Age sobre a cor interna do dente com géis à base de peróxido, em consultório, com moldeira em casa ou na combinação das duas técnicas. Exige avaliação prévia, porque cárie e gengiva inflamada precisam ser tratadas antes.
Lâminas de porcelana ou resina aplicadas na face visível do dente para corrigir cor, formato, pequenos desalinhamentos e desgastes. O planejamento define quanto de estrutura precisa ser preparado em cada caso.
Remodela o contorno da gengiva para harmonizar a proporção entre gengiva e dentes, corrigindo assimetrias do sorriso. A gengiva precisa estar saudável antes, porque inflamação altera o próprio contorno.
Remove o excesso de tecido gengival que cobre parte da coroa dos dentes. Também é usada para expor área de cárie ou fratura abaixo da gengiva, permitindo que a restauração se assente adequadamente.
Corrige a posição dos dentes e o encaixe da mordida. A documentação ortodôntica, com radiografias e modelos, é o que define o plano, a técnica e a estimativa de duração do tratamento.
Braquetes metálicos colados aos dentes, ligados por um fio que aplica a força. É o modelo com maior alcance de indicações, por permitir controlar a movimentação de cada dente com precisão.
Sequência de alinhadores transparentes e removíveis, trocados conforme o plano. Você retira para comer e escovar, e o resultado depende de manter as placas cerca de 22 horas por dia.
Placas removíveis usadas sobretudo na fase de crescimento, para orientar o desenvolvimento dos ossos da face, interromper hábitos e abrir espaço para dentes permanentes.
Fio colado atrás dos dentes que mantém a posição conquistada no tratamento. Não é etapa opcional: sem contenção, os dentes tendem a voltar à posição anterior nos meses seguintes.
Mini-implantes que servem de ponto de apoio fixo para a mecânica ortodôntica, permitindo movimentos que a ancoragem nos próprios dentes não sustentaria sem efeitos indesejados.
Pino de titânio instalado no osso que assume o papel da raiz e recebe a prótese. A osseointegração, período em que o osso se integra ao titânio, é o que permite suportar a força da mastigação.
Repõe um único dente perdido sem desgastar os vizinhos, diferentemente da ponte fixa convencional, que exige preparar os dois dentes ao lado do espaço.
Repõe vários dentes perdidos na mesma região. Nem sempre é preciso um implante por dente ausente: implantes em pontos estratégicos podem sustentar uma prótese parcial fixa.
Arcada completa de dentes parafusada sobre quatro a seis implantes, para quem perdeu todos os dentes de uma arcada. Fixa, não sai da boca para comer ou dormir.
Prótese removível que trava em encaixes sobre implantes, com retenção muito superior à da dentadura convencional. Sai da boca para a higiene, o que simplifica a limpeza.
Recompõe o volume de osso perdido por ausência prolongada de dente ou doença periodontal, quando não há altura ou espessura suficiente para instalar o implante com segurança.
Repõem dentes perdidos e recuperam a estrutura dos danificados, em opções fixas ou removíveis, sobre dentes naturais ou sobre implantes, conforme o caso.
Remove a polpa inflamada ou infectada do interior do dente, limpa e desinfeta os canais e os obtura. É o que permite manter na boca um dente que, sem o tratamento, seria extraído.
Refaz um canal anterior em que a infecção persistiu, geralmente por canal não localizado na primeira vez, obturação incompleta ou recontaminação por infiltração na restauração.
Trata a infecção na ponta da raiz por acesso externo, com apicectomia e selamento retrógrado, quando o tratamento pelo interior do dente já foi tentado ou não é viável.
Remoção de dente sem condição de permanecer, por cárie extensa, fratura ou perda do osso de suporte. A reposição do espaço é discutida já no planejamento da extração.
Remoção dos terceiros molares quando há indicação clínica, como dor, infecções repetidas ou dano ao dente vizinho. Sisos inclusos exigem planejamento com imagem.
Remoção do canino que se formou mas não irrompeu. Mesmo sem sintomas, ele pode reabsorver silenciosamente a raiz dos dentes vizinhos, por isso a avaliação com imagem é indicada.
Correção cirúrgica do freio labial ou lingual quando ele limita o movimento da língua, dificulta a amamentação ou mantém aberto o espaço entre os dentes da frente.
Coleta de amostra de lesão da boca para exame laboratorial. Feridas que não cicatrizam em duas a três semanas e manchas persistentes devem ser avaliadas, mesmo sem dor.